Agenda

«  
  »
D S T Q Q S S
 
 
1
 
2
 
3
 
4
 
5
 
6
 
7
 
8
 
9
 
10
 
11
 
12
 
13
 
14
 
15
 
16
 
17
 
18
 
19
 
20
 
21
 
22
 
23
 
24
 
25
 
26
 
27
 
28
 
29
 
30
 
 
 
 

ALTERAÇÕES CITOGENÉTICAS EM PACIENTES COM LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA EM PACIENTES ACOMPANHADOS NO SERVIÇO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DO HOSPITAL SAMARITANO.

Tipo: 
Apresentações
ID: 
AO-31
Autor(es): 
CASAGRANDA C I, ARANCIBIA A M, GOMES F, MEIRELLES P L B J , MELARAGNO R, EPELMAN S, BENDIT I
Introdução: 

As leucemias são as neoplasias malignas mais comuns na infância, responsável por 1/3 de todos os cânceres pediátricos. A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é predominante e na maioria das vezes não origina de uma predisposição genética, mas por alterações somáticas. A maioria destas anomalias somáticas foi caracterizada molecularmente onde foram identificados oncogenes e genes supressores de tumores que podem ter intima relação com a gênese da leucemia. A maioria das mudanças genéticas nas células leucêmicas foi identificada por análise citogenetica e são vistas em até 75% dos casos de LLA. No presente estudo, reportamos a incidência de alterações citogenéticas encontradas nos pacientes com LLA no qual foi possível realizar a citogenetica.

Metodologia: 

Foram estudados 39 pacientes, sendo 61,5% do sexo masculino, com mediana de idade de 7 anos (intervalo 1-14 anos), tratados com o protocolo BFM 95 (17,9%) e BFM 2002 (82,1%). Quanto a estratificação de risco 2 pacientes em Risco Básico (RB), 24 com Risco Intermediário (RI) e 13 com Alto Risco (AR) segundo os critérios determinados pelos protocolos. A mediana de seguimento destes pacientes foi de 13 meses (intervalo 0-49 meses). Todos os pacientes foram acompanhados no Serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina. Na análise da sobrevida foi empregado o teste de long rank e a curva de sobrevida de Kaplan-Meyer.

Resultados: 

Quanto as alterações citogenéticas foram encontradas em aproximadamente 70% dos pacientes ( 27/39), sendo que as aneuploidias ocorreram em 81,5% (22/27) e as hiperdiploidias em 18,5% (5/27). Quanto as alterações citogenéticas aneuploides, as translocações ocorreram em 11 casos no qual a t(1:19)(q23:p13) foi a mais freqüente (4/11). A sobrevida global deste pacientes, não levando em consideração a idade, estratificação de risco e alteração citogenetica, foi de 84,4%. Quando estratificamos estes pacientes pelo risco a sobrevida global dos pacientes em AR foi de 46,7% comparado a 100% dos RI e RB (P<0,006). Não houve diferença na sobrevida entre os pacientes do sexo masculino e feminino ou quanto ao tipo de alteração cromossômica.

Conclusão: 

O presente estudo, a pesar de ter tido um seguimento curto (mediana de 13 meses) demonstra que as alterações citogenéticas são freqüentes nas LLAS (70%) e a identificação de certas translocações como a t(1:19) e a t(9:22) podem de alguma forma mudar a estratégia terapêutica preconizada.

Palavras-chave

Palavras-chave

Para utilizar este site recomendamos o uso dos navegadores Firefox 3 , Opera 9 ou Internet Explorer 7 .
Outros navegadores ou mesmo versões mais antigas destes podem não funcionar adequadamente.