Especialistas e interessados discutem aspectos médicos e científicos na área de oncologia pediátrica
Naíma Saleh

Esse ano, São Paulo foi a cidade escolhida para sediar o 41º Congresso da Sociedade Internacional de Oncologia Pediátrica (SIOP), que ocorreu entre os dias cinco e nove de outubro, nas dependências do Hotel Transamérica. Cerca de 1.200 incritos de 63 nacionalidades diferentes participaram do evento.
Meu filho Tiago foi internado no Instituto de Oncologia do Porto com o diagnóstico de leucemia bifenotípica em 19de junho de 2006.Foi comprovado que era genético,pois minha mãe faleceu há 12 anos atrás com esta doença tão horrível.Tiago iniciou os tratamentos em julho desse mesmo ano,tudo correu
sempre bem.
Leia a seguir a entrevista com a oncologista pediatra dra. Nasjla Saba Silva, médica do Instituto de Oncologia Pediátrica, de São Paulo, uma estudiosa em astrocitomas de baixo grau.
Portal Oncopediatria: Qual é a incidência dos astrocitomas de baixo grau em crianças e adolescentes?
A oncologista pediatra Melissa Ferreira de Macêdo, 32 anos, natural de Goiânia, é médica assistente do serviço de oncopediatria do Hospital Infantil Estadual Darcy Vargas, em São Paulo, além de atender pacientes em seu consultório de acupuntura. A dor faz parte de seus estudos e pesquisas, motivo que a levou a falar sobre o tema nesta entrevista.
Portal Oncopediatria: Por que não se investe muito em pesquisa sobre a avaliação e intervenção da dor?
O VI Encontro Nacional dos Grupos Cooperativos da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope), realizado em São Paulo, resultou numa excelente oportunidade para o intercâmbio de experiências entre os profissionais.
A oncologista pediátrica Maria Lydia de Andréa, responsável pelo serviço de oncopediatria do Hospital Infantil Darcy Vargas, em São Paulo, responde neste espaço a dúvidas levantadas por pediatras. A detecção precoce do câncer infanto-juvenil é um fator de reconhecida importância no tratamento e prognóstico dos pacientes. Portanto, ao suspeitar e pensar no diagnóstico diferencial de neoplasia infantil, o pediatra terá condições de encaminhar crianças com câncer aos centros multidisciplinares de tratamento, ampliando suas chances de cura.
Livro aborda medos, angústias e fantasias dos irmãos de crianças com câncer. A obra é voltada ao pequeno familiar, que se sente abandonado durante o prolongado tratamento de câncer do irmão.
Doutor Ricardo Brentani é professor titular da disciplina de Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), diretor-presidente do Hospital do Câncer de São Paulo, diretor do Instituto Ludwig e diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Com doutorado em Bioquímica, na USP, ele está envolvido com o projeto genoma do câncer, que congrega 30 entidades e é financiado pelo Instituto Ludwig em conjunto com a Fapesp. Leia a seguir a entrevista com doutor Brentani.