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Bebê

Curso - Cuidados com a Saúde da Mamãe e do Bebê

Data do evento: 
12/09/2009

O curso sobre os cuidados com a saúde da mamãe e do bebê traz um leque de informações de saúde para ajudar mamães e papais de primeira viagem na emocionante aventura de participar, como protagonista, da chegada de um bebê. Com essa premissa, o programa contempla não apenas dicas práticas sobre a saúde da gestante e a amamentação, como também explica passo a passo os detalhes, as novidades e, claro, as responsabilidades que passam a fazer parte da rotina da família depois que ela aumenta.

Palavras-chave

MELANOMA CONGÊNITO: RELATO DE CASO

Tipo: 
Pôsteres
ID: 
OP - 094
Autor(es): 
TREVISAN, T. L. ;VIEIRA, A.
Coautor(es): 
TARNOWSKY, R. L.; PRADO JÚNIOR, J. C.; WINNESCHHOFER, A. P. F. F.
Instituição: 
HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO
Introdução: 

O melanoma pré-puberal, congênito ou oriundo de nevo melanocítico congênito, representa 1-3% das neoplasias malignas da infância e prevalência menor nas fases intraútero e periparto. A literatura médica inglesa, entre 1925-2002, reportou 11 casos de melanoma congênito, 10 deles sem história materna positiva de melanoma. Levando-se em consideração a raridade do melanoma congênito surge a necessidade de relatar os casos diagnosticados a fim de que haja uma ciência consensual dos profissionais da saúde quanto a sua existência e a conduta a ser seguida.

Metodologia: 

Realizou-se relato de caso através da revisão do prontuário de paciente do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), Florianópolis-SC, entre 02/09/05 e 01/02/06.

Resultados: 

H.M.S, masculino, branco, 4 meses, diagnóstico clínico de nevos melanocíticos congênitos gigantes (NMCG) em região lombar e glútea(Fig.1). Realizouse biópsia de fragmento da lesão já ulcerado(Fig.2) com resultado anatomopatológico de melanoma cutâneo proveniente de nevo melanocítico pré-existente, com padrão congênito tipo melanoma nodular (Clark V/Breslow 13,0nm). Caso conduzido ao HIJG, com realização de exames de estadiamento – estadio IV (metástase em fígado e região inguinal). História materna negativa de melanoma. Após ressecção cirúrgica de parte dos NMCG, programa-se 3 ciclos bioquimioterápicos (BQT) – CDDP, DTIC, Vimblastina e á-interferon. Após 2 ciclos, ressaca-se 3 metástases hepáticas. Passado 1 mês, faz-se o 3º ciclo (troca de DTIC por temozolamida), com progressão da doença – múltiplas metástases hepáticas, em adrenal direita e em retroperitônio(Fig.3-4). O paciente evolui com carcinomatose generalizada e óbito no 4º mês de tratamento. Apesar da efetuação da ressecção das lesões e de 3 ciclos BQT, há piora clínica, disseminação metastática e evolução para carcinomatose generalizada. NMCG ocorre em 1:20.000 nascidos, com risco de desenvolvimento de melanoma de 4,6-8,5%. À ectoscopia já havia sinais de malignidade do NMCG – ulceração e sangramento, com biópsia demostrando melanoma nodular (subtipo pouco incidente, invasivo e com precocidade metastática). A ressecção cirúrgica de NMCG realizada, a fim de se tentar evitar a malignização dos nevos, e o protocolo poliBQT padrão efetivado não apresentam resultados curativos, apenas estabilização momentânea da doença. Em virtude do estadio avançado e do prognóstico reservado dessa neoplasia, o paciente foi a óbito, sem utilização de modelo biológico quimioterápico (anticorpo monoclonal).

Conclusão: 

NMCG são potenciais melanomas, com necessidade de diagnóstico e tratamento cirúrgico precoce, o que implica conhecimento de sua existência e de seu potencial de malignização.

Palavras-chave

HEMANGIOENDOTELIOMA HEPÁTICO INFANTIL - RELATO DE CASO

Tipo: 
Pôsteres
ID: 
OP - 058
Autor(es): 
MORAIS, V. L. L. ;NOVAES, F. P. S. S.; CRUZ, R. S. V.; MORAIS, A. L.; LUZ, K. C.; MELO, E. P.; CUNHA, S. R. C.; SIQUEIRA, L. P.; PUREZA, L. M. M.
Instituição: 
CENTRO DE ONCOHEMATOLOGIA PEDIÁTRICO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO OSWALDO CRUZ DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Relato: 

lactente, do sexo feminino, 7 meses de idade, procedente de Floresta, Pe, tinha história de distensão abdominal desde os cinco dias de vida, atribuída errôneamente a”excesso de leite materno”, e tumoração vascular em face posterior de braço direito. Além disso, apresentava um sopro sistólico audível em bordo esternal esquerdo, dispnéia e anemia, necessitando do uso de hemotransfusão e diuréticos para estabilização do quadro. A tomografia computadorizada do abdômen superior revelou um fígado aumentado de volume apresentando múltiplos processos expansivos, nódulos hipodensos distribuídos difusamente no seu parênquima sugerindo se tratar de um hemangioendotelioma difuso.

Objetivo: 

apresentar um caso de Hemangioendotelioma Hepático Infantil Multinodular numa criança com distensão abdominal desde as primeiros dias de vida, sopro cardíaco, e hemangioma no braço direito, discutindo os aspectos clínicos e morfológicos do tumor, assim como, seu diagnóstico diferencial e tratamento.

Discussão: 

dos tumores hepáticos primitivos da criança, 13% são tumores vasculares, sendo o hemangioendotelioma o mais comum. Os autores alertam para o fato de que o hemangioendotelioma hepático está associado a uma alta mortalidade devido ao shunt arteriovenoso que leva a insuficiência cardíaca intratável. A insuficiência hepática e a tendência a hemorragias são fatores agravantes. Ocasionalmente há casos de regressão espontânea, mas, há relato de casos bem sucedidos com tratamento com radioterapia, corticóides, laqueação arterial hepática e ressecção nodular solitária.

Palavras-chave

Sem a cooperação da criança, anestesia em radioterapia é necessária

Os protocolos atuais de tratamento de câncer infantil procuram adiar ou suprimir a radioterapia, mas nem sempre isso é possível. Além dos efeitos tardios da radioterapia, há também um outro aspecto imediato que exige cautela: no caso da criança pequena, pode ser necessária a aplicação de anestesia.

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Câncer e gravidez, duplo desafio

O tratamento de câncer envolve múltiplos fatores que influenciam na cura e no suporte aos pacientes. Porém, quando é uma mulher grávida tem a doença os desafios são duplos. De acordo com a literatura médica, de cada mil gestantes, uma desenvolve algum tipo de neoplasia. Nessas circunstâncias, a terapia precisa ser a mais individualizada possível, pois não há como desenvolver um protocolo aplicável a todos os casos. Quando é uma adolescente com câncer quem espera um filho, a situação é ainda mais delicada. Mãe e bebê podem ser salvos?

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Pesquisa associa bebês grandes a mais risco de ter câncer na idade adulta

Uma pesquisa divulgada, em fevereiro, na revista especializada International Journal of Câncer sugere que bebês grandes têm um risco maior de desenvolver alguns tipos de câncer quando chegam à idade adulta.

Os pesquisadores suecos e britânicos examinaram os históricos de 11.166 pessoas nascidas entre 1915 e 1929. Cerca de 25% delas foram diagnosticadas com câncer entre 1960 e 2001. A conclusão foi de que cada 450 gramas a mais de peso do bebê ao nascer representa um risco 17% maior de ocorrência do câncer linfático e 13% maior de câncer no aparelho digestivo.

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